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	<title>birdwatchers &#187; documentação em português</title>
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	<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 07:38:13 +0000</pubDate>
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		<title>Guarani Survival FundO fundo em apoio aos Guarani-Kaiowá</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ufficio stampa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[documentação em português]]></category>

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		<description><![CDATA[Para marcar o lançamento de Birdwatchers, a Survival International criou um fundo especial em nome do povo  Guarani-Kaiowá, a quem o filme é dedicado. Cada centavo arrecadado para o Guarani Survival Fund os ajudará a defender seus direitos humanos, retomar suas terras ancestrais e mais uma vez cultivar suas colheitas.
“A situação atual dos Kaiowà é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para marcar o lançamento de Birdwatchers, a Survival International criou um fundo especial em nome do povo  Guarani-Kaiowá, a quem o filme é dedicado. Cada centavo arrecadado para o Guarani Survival Fund os ajudará a defender seus direitos humanos, retomar suas terras ancestrais e mais uma vez cultivar suas colheitas.</p>
<p>“A situação atual dos Kaiowà é assustadora”, explica Francesca Casella, diretora da Survival na Itália. “Suas terras foram destruídas, seus líderes estão sendo assassinados e suas crianças morrendo de fome. Mas as comunidades não querem dinheiro e riqueza, e não querem depender da ajuda caritária do governo. Tudo que eles pedem é terra suficiente para sobreviver e o controle sobre suas vidas e seu futuro. Sem suas terras, os Guaranis não tem esperença”.</p>
<p>Em uma carta aberta, assinada pelos líderes de suas comunidades, os Kaiowá escrevem que viver com a assistência paternalísta do governo, “é como uma arma engatilhada contra a nossa cabeça. Precisamos de condições para voltar a produzir nossas roças de mandioca, batata, cana, banana, cará, milho, feijão, arroz&#8230; Necessitamos de apoio para a recuperação das terras. Precisamos de nossas terras homologadas e livres dos invasores”.</p>
<p>A iniciativa, criada em conujnto entre Survival, Marco Bechis e os Guarani, foi endossada com entusiasmo pelos produtores e distribuidores de Birdwatchers. Ela é sustentada por um apelo ao final do filme e por um site eletrônico dedicado e produzido pela Survival em diversas línguas.</p>
<p>A arrecadação de fundos é direcionada para a audiência de Birdwatchers e para a mídia.”Nao podemos mudar o passado”, conclui Fiona Watson, responsável pelas campanhas da Survival no Brasil. “mas podemos certamente impedir que ela se repita”.</p>
<p>Para informações e ajuda, Guarani Survival Fund:  www.guarani-survival.org</p>
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		<title>Survival40 anos em apoio aos direitos dos povos indígenas do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ufficio stampa</dc:creator>
		
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Survival foi fundada em Londres no ano de 1969, em reposta ao genocídio dos Índios da Amazônia brasileira. Desde então, a organização vem crescendo e espandindo suas ações pelo mundo. Sua missão é ajudar os povos indígenas a defender suas vidas, terras e direitos humanos diante perseguição, racismo e genocidío.
Apolítica e não filiada a qualquer [...]]]></description>
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<p>Survival foi fundada em Londres no ano de 1969, em reposta ao genocídio dos Índios da Amazônia brasileira. Desde então, a organização vem crescendo e espandindo suas ações pelo mundo. Sua missão é ajudar os povos indígenas a defender suas vidas, terras e direitos humanos diante perseguição, racismo e genocidío.</p>
<p>Apolítica e não filiada a qualquer organização religiosa, afim de manter sua integridade e independência, a   Survival não aceita dinheiro de qualquer governo nacional. Isto à assegura manter uma voz poderosa, e faz com que seja dependente da doações de indivíduos colaboradores, os quais provêem a maior parte de seus fundos. Graças a uma longa história de luta, apoio e mobilização da opinião pública, a Survival teve muitos êxitos, ajudando dezenas de povos indígenas a proteger suas vidas, restabelecer suas esperanças para o futuro, e garantir o seu direito de decidir a sua própria maneira de viver, a partir do Brasil à Sibéria, da Austrália à África.</p>
<p>A Survival trabalha em escolas, ensinando crianças o valor da diversidade cultural e que povos indígenas não sao primitivos, apenas diferentes.</p>
<p>Atualmente, a Survival trabalha contra os abusos aos direitos humanos sofridos por 80 tribos.</p>
<p>Há anos, a Survival vem conduzindo uma campanha intensiva em apoio aos Guarani, para que seus direitos territorias sejam reconhecidos pelo governo e para a retomada das terras ocupadas ilegalmente por colonos, agricultores e fazendeiros. Apesar de o Brasil não reconhecer os direitos de propriedade indígena, de acordo com a Constituição o governo é obrigado a demarcar e proteger territórios indígenas, algo que a Survival está pressionando as autoridades a cumprir com máxima urgência.</p>
<p>Survival tem escritórios em Londres, Milão, Paris, Madri, Berlin, Amsterdam e colaboradores em 94 países.</p>
<p>Para maiores informações e cópia do relatório elaborado pela Survival, DESERDADOS - OS ÍNDIOS DO BRASIL, contactar Survival: +44 207 6878700, <span class="mh-plaintext">i<a href='http://mailhide.recaptcha.net/d?k=01KRGJkEzoblY2stQuTlcREQ== &amp;c=HSo6pAA_59tWcESqn4pSmRmJXmZ3Ibf3k0LHd2tu1cY=' onclick="window.open('http://mailhide.recaptcha.net/d?k=01KRGJkEzoblY2stQuTlcREQ== &amp;c=HSo6pAA_59tWcESqn4pSmRmJXmZ3Ibf3k0LHd2tu1cY=', '', 'toolbar=0,scrollbars=0,location=0,statusbar=0,menubar=0,resizable=0,width=500,height=300'); return false;" title="Reveal this e-mail address">...</a>@survival-international.org</span></p>
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		<title>O contexto brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ufficio stampa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[documentação em português]]></category>

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		<description><![CDATA[460.000 indígenas; 225 diferentes povos; 40-60 grupos não contactados, 12% do Brasil reconhecido como terras indígenas; 0% de terras pertencentes à povos indígenas.
A população indígena do Brasil é constituída por uma grande variedade de povos espalhados pelo país, das florestas tropicais, ao cerrado e as savanas. O tamanho desses povos variam imensamente. Alguns, como os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>460.000 indígenas; 225 diferentes povos; 40-60 grupos não contactados, 12% do Brasil reconhecido como terras indígenas; 0% de terras pertencentes à povos indígenas.</p>
<p>A população indígena do Brasil é constituída por uma grande variedade de povos espalhados pelo país, das florestas tropicais, ao cerrado e as savanas. O tamanho desses povos variam imensamente. Alguns, como os Guarani e os Yanomami, numeram dezenas de milhares,  e outros são praticamente extintos, como os Akuntsu com 6 membros.</p>
<p>Juntamente com o Suriname, o Brasil é o único país Sul Americano o qual não reconhece o direito à propriedade territorial indígena colectiva, violando as leis internacionais. Apesar da existência de um departamento responsável pelas questões indígenas (FUNAI), e alguns projetos do governo serem direcionadas para as populações indígenas, em muitos estados as autoridades fazem pouco para protege-los. Durante o século XX, foram extintos em média uma tribo a cada dois anos. Hoje, a existência de povos indígenas no Brasil é seriamente ameaçada pelo racismo, a impunidade generalizada pelos crimes cometidos contra esses povos, o desmatamento, mineração, projetos hidrelétricos, rodovias e o rápido crescimento do cultivo de biocombustível, especialmente cana de açúcar, soja e milho.</p>
<p>O aspecto fundamental para a sua sobrevivência é o pleno reconhecimento de seus direitos territoriais pelo governo brasileiro e pleno respeito a Convenção OIT 169 ratificada pelo Brasil em 2002 e a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas adotada pelas Nações Unidas</p>
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		<title>Guarani-Kaiowá</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 16:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ufficio stampa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[documentação em português]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os europeus chegaram na América do Sul, os Guarani foram um dos primeiros povos a serem contactados. Na época, haviam mais de um milhão e meio de Guarani, distribuídos entre Paraguai, Brasil, Bolívia e Argentina. Hoje, sobrevivem apenas uma fração desse número. Os Guaranis brasileiros estão divididos em três grupos, dentre eles os Kaiowá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os europeus chegaram na América do Sul, os Guarani foram um dos primeiros povos a serem contactados. Na época, haviam mais de um milhão e meio de Guarani, distribuídos entre Paraguai, Brasil, Bolívia e Argentina. Hoje, sobrevivem apenas uma fração desse número. Os Guaranis brasileiros estão divididos em três grupos, dentre eles os Kaiowá que representam o maior com cerca de 30.000 indivíduos. Eles vivem no estado do Mato Grosso do Sul, na região centro-oeste do Brasil, fronteira com o Paraguai.</p>
<p>Os Guarani-Kaiowá são descendentes dos indígenas os quais, no final de 1600, se recusaram a entrar em missões jesuítas. Apesar de séculos de contato com os estrangeiros, eles mantiveram a sua identidade distinta. Eles representam um povo profundamente espiritual. Muitas comunidades possuem uma casa de oração e um líder religioso, o pajé, cuja autoridade depende mais do seu prestígio que de seu poder. Embora eles estejam divididos em grupos, os Guarania partilham uma religião a qual atribui suprema importância à terra, à origem e fonte de vida, e ao dom do &#8220;grande pai&#8221; Ñande Ru”. Os Guaranis vivenciam invasões de suas terras não só como roubo, mas também como uma grave violação de seu estilo de vida e cultura.</p>
<p><strong>Seus problemas</strong><br />
Dede o final de 1800, os Guarani do Brasil sofrem terrivelmente com a perda quase total de seu território, o qual constantemente vem sendo tomado e destruído por rancheiros e fazendeiros. “Mato Grosso” significa “floresta densa” porém grande parte foi desmatada. Nos últimos quinze anos, grande parte da pequena área a qual os Kaiowà vem tentando proteger foi perdida, e atualmente apresenta menos que 25,000 hectares. Alguns Kaiowá vivem em reservas governamentais completamente cercadas por fazendas e plantações, outros em favelas localizadas nas margens das cidades. Nenhuma comunidade possui terra suficiente para praticar a caça, pesca e agricultura, e muitas crianças sofrem de desnutrição severa.</p>
<p>Para sobreviverem, adultos e jovens são forçadas a procurar trabalho temporário em plantações de cana de açúcar e em destilarias de álcool localizados ao redor de seus territórios.</p>
<p>Durante décadas, o Brasil vem sendo um dos maiores produtores mundiais de biocombustível, e grande parte dos seus carros funcionam a base de etanol. O país também almeja até o ano de 2010 se tornar líder em exportação de etanol, apresentando planos ambiciosos de exportar 26 bilhões de litros por ano. Grande parte da cana de açúcar da qual o etanol se deriva, é cultivada em terras ocupadas por florestas pertencentes aos Guaranis. Somente no estado do Mato Grosso do Sul existem onze moinhos de açúcar e destilarias de etanol; trinta outros em construções, e planos para um total de oitenta e quatro.</p>
<p>Três meses de trabalho em condições de semi-escravidão fornece aos Guarani apenas poucas dezenas de dólares por pessoa. Porém, esta fonte de subsistência está se esgotando, devido ao rápido processo de mecanização, o qual torna desnecessário a mão de obra indígena.</p>
<p>Ao longo dos últimos vinte anos, mais de 517 Guarani-Kaiowá cometeram suicídio; em sua maioria jovens. O mais novo, Luciane Ortiz, tinha apenas 9 anos. Cansados de esperar pela ação das autoridades, há alguns anos, os Guarani começaram a reocupar suas terras [em ações conhecidas como retomadas] provocando reações violentas de fazendeiros e de seus homens armados que intimidam, espancam e matam.</p>
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		<title>Índios brasileiros ameaçados pelos bio-combustíveis Filme italiano dá o alerta</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 15:54:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ufficio stampa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[documentação em português]]></category>

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ÍNDIOS BRASILEIROS AMEAÇADOS PELOS BIO-COMBUSTÍVEIS
FILME ITALIANO DÁ O ALERTA
O filme italiano ‘Birdwatchers’, selecionado para a competição do Leão Dourado no festival de Veneza, chama a atenção para a luta dos índios Gurani-Kaiowá do Brasil, cujas terras estão sendo destruídas para a produção de bio-combustíveis para automóveis e outros  veículos.
Birdwatchers (“La Terra Degli Uomini Rossi”) [...]]]></description>
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<p><strong>ÍNDIOS BRASILEIROS AMEAÇADOS PELOS BIO-COMBUSTÍVEIS</strong></p>
<p><strong>FILME ITALIANO DÁ O ALERTA</strong></p>
<p>O filme italiano ‘Birdwatchers’, selecionado para a competição do Leão Dourado no festival de Veneza, chama a atenção para a luta dos índios Gurani-Kaiowá do Brasil, cujas terras estão sendo destruídas para a produção de bio-combustíveis para automóveis e outros  veículos.</p>
<p>Birdwatchers (“La Terra Degli Uomini Rossi”) passa-se no Brasil rural. É uma história de amor entre a filha de um rico proprietário de terras e um jovem Guarani, aprendiz de xamã. Os seus mundos colidem, num cenário de invasão de terras, suicídios e revolta.</p>
<p>O filme marca a estreia dos Índios Guarani nos papeis principais, incluindo Abrísio da Silva Pedro (nome Guarani:  Chirivy Poty’i, ou ‘pequeno menino bonito’) no papel de aprendiz de xamã. 230 Guarani, que nunca atuaram antes, participaram nas filmagens. O filme foi escrito e realizado pelo cineasta Chileno/Italiano Marco Bechis e apresenta a estrela Italiana Cláudio Santamaría (Casino Royale) e o actor principal Brasileiro Matheus Nachtergaele.</p>
<p>O ator Guarani Ambrósio Ihava (nome Guarani: Kunumi Taperendi, ou ‘menino que brilha como o sol nascente’) afirma ter esperanças de que o filme resulte no reconhecimento jurídico das suas terras. “Isto é o que mais espero: terra e justiça”.</p>
<p>Os Guarani-Kaiowá vivem no Brasil, no estado de Mato Grosso do Sul. Apesar da denominação, hoje em dia pouco mato resta. Nos últimos 70 anos, os Guarani perderam grande parte das suas terras para os criadores de gado e os produtores de cana do açúcar e soja, muitas vezes através de despejos violentos. Presentemente, ocupam uma fracção delas e muitos acabam em situação de quase escravatura nas fazendas e nas plantações da cana do açúcar. Muitas crianças sofrem de malnutrição, chegando algumas a morrer.</p>
<p>Durante as últimas décadas, o Brasil tem sido um dos líderes na produção de bio-combustíveis, e a maioria dos automóveis deste país são movidos a etanol. O Brasil também ambiciona tornar-se o líder exportador de etanol, tendo planos ambiciosos de atingir a exportação de 26 bilhões de litros por ano, em 2010. Grande parte da cana do açúcar, da qual se produz o etanol, cresce em terras anteriormente ocupadas pela floresta dos Guarani. Só no Estado de Mato Grosso do Sul, já operam onze usinas de cana de açúcar e etanol, estando outras 30 em fase de construção e existindo planos para um total de 84.</p>
<p>Nos últimos 20 anos, suicidaram-se 517 Guarani-Kaiowá  Muitos eram ainda adolescentes. A mais jovem, Luciane Otiz, tinha apenas 9 anos de idade. Cansadas de esperar a intervenção das autoridades, as comunidades começaram a reocupar as suas terras, alguns anos atrás, provocando  reacções violentas dos fazendeiros e seus pistoleiros que intimidam, espancam e chegam até a matar os índios.</p>
<p>A Survival International criou um fundo, em associação com o filme, para ajudar os Guarani a defender os seus direitos, terras e futuro. Visite o site http://www.guarani-survival.org/en</p>
<p>O diretor da Survival, Stephen Corry afirma: ‘Espero que esse filme chame a atenção para a situação chocante dos Guarani, a sua gravíssima falta de terras e a indústria dos bio-combustíveis, que ameaça exacerbar os seus problemas.’</p>
<p>Estreia: 1 de Setembro, 19h 30m, Sala Grande, Festival de Cinema de Veneza.</p>
<p>Conferência de Imprensa: 1 de Setembro, 11h 30m, Casino (3º andar), Festival de Cinema de Veneza. Com Marco Bechis (realizador e escritor), ator italiano Claudio Santamara e 5 actores Guarani.</p>
<p>Os atores Guarani estão disponíveis para entrevistas. Para mais informação, por favor contacte Ghislain Pascal ou Miriam Ross na Survival International (+44) (0)20 7687 8734 or (+44) (0)7504 543 367 ou envie email para <span class="mh-plaintext">m<a href='http://mailhide.recaptcha.net/d?k=01KRGJkEzoblY2stQuTlcREQ== &amp;c=SQ0IL-gU9P0qAWZTcVNAL9NNekhB088CgUc6by77nfQ=' onclick="window.open('http://mailhide.recaptcha.net/d?k=01KRGJkEzoblY2stQuTlcREQ== &amp;c=SQ0IL-gU9P0qAWZTcVNAL9NNekhB088CgUc6by77nfQ=', '', 'toolbar=0,scrollbars=0,location=0,statusbar=0,menubar=0,resizable=0,width=500,height=300'); return false;" title="Reveal this e-mail address">...</a>@survival-international.org</span></p>
<p>download <a href="http://www.birdwatchersfilm.com/news/wp-content/uploads/2008/08/birdwatchers_port_press_release.doc">birdwatchers_portogues_press_release.doc</a></p>
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